sábado, 19 de maio de 2012

Arquivos do dia » 29, dezembro 2011

Resolução do PT de Imbituba

Segue resolução interna do PT de Imbituba, em que reafirma a candidatura própria a prefeito em 2012:

Partido dos Trabalhadores – IMBITUBA

Resolução Para o Pleito Eleitoral 2012

 

Os filiados e a  executiva do  Partido dos Trabalhadores de Imbituba, aprovam  esta resolução para o pleito eleitoral 2012:

Em duas décadas e meia de redemocratização, o Brasil aboliu a censura, aprovou um capítulo inédito com o Impeachment de Collor e escreveu, com participação popular, uma das mais belas páginas da história elegendo um torneiro mecânico e na sequencia a primeira mulher presidente do Brasil.

Constitui nas Américas um novo marco político, administrativo e econômico, voltado para a maioria da população, implantando modelos democrático de governança e buscando incansavelmente eliminar os privilégios das oligarquias, as fortalezas da corrupção e o poder dos grandes grupos econômicos.

Com este mesmo empenho o PT decide participar e escrever novas páginas da história do município de Imbituba, participando das eleições de 2012 com candidatura própria para prefeito.

Assim também destaca seus melhores quadros para compor a chapa de pré candidatos a vereadores, iniciando um novo período também no poder legislativo de nossa cidade.

Nosso objetivo é alterar positivamente a face do governo e do municipio de Imbituba através de práticas transparentes e democráticas únicas do partido dos trabalhadores, como o Orçamento Participativo, a valorização dos conselhos, o Congresso da Cidade, entre outras.

Para sair vitorioso deste processo o PT vai buscar o apoio dos  aliados históricos e dos partidos que compõem a base de apoio do governo da presidente Dilma, no Congresso Nacional, sempre após discussão  e aprovação partidária, respeitando as conjunturas políticas municipais.

O PT sabe que não pode contar com as agremiações que representam o bloco conservador, formado pelo PSDB, pelo DEM e o PPS, com os quais não faremos chapas.

Junto com os aliados resgataremos, de forma generosa e renovada, um eixo programático para a cidade, o modo petista de governar. Defenderemos um novo ciclo de reformas, que amplie as políticas sociais, a participação popular e o desenvolvimento econômico no âmbito municipal.Também faremos deste processo uma trincheira em defesa da democratização do Estado brasileiro como caminho estratégico para eliminar os privilégios e  na adoção de novos mecanismos democráticos como as leis de iniciativa popular a convocação de plebiscitos e a realização de referendos. Essas serão nossas bandeiras para nos contrapormos ao discurso demagógico e oportunista das forças conservadoras, que se recusam a mudanças estruturais no sistema político brasileiro.

Somos o PT que Faz a Diferença e por isso estamos convictos da vitória! 

Imbituba, 04 de Dezembro de 2011. 


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A pesquisa certa

Há muita gente fazendo pesquisas de opinião pública em várias cidades para sentir a febre do cenário eleitoral que se aproxima. É preciso ter em mente, no entanto, que não é a intenção de voto que manda na leitura do quadro neste momento. Muito candidato que hoje é bem avaliado pode sumir na hora da campanha por uma série de razões, como a sua rejeição e o fato de ser mais conhecido que os rivais _ muita gente indica voto no único candidato que conhece, mas troca de ideia quando passa a saber quais são as outras alternativas. Quem tem baixa intenção de voto, mas não é muito conhecido, pode reverter a situação de maneira muito mais tranquila do que quem até vai bem na pesquisa, mas tem rejeição na casa dos 30%. O dado que vale ouro num momento desses é a avaliação que a população faz do governo que está se encerrando. Essa não tem variáveis, expressa o que o cidadão sente, se quer continuidade ou mudança, se confia ou não no atual gestor. Define a linha que cada candidato vai seguir. Em eleições municipais, os problemas são mais vivos, estão mais próximos do eleitor. A primeira coisa que ele quer saber do candidato é o lado em que ele está. Se defende a administração atual ou quer algo diferente. Mais do que qualquer outra, a eleição municipal parte da avaliação do governo, e a virada para o ano da eleição é um momento decisivo.


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Horário reduzido

►A criação da Central do Cidadão foi a forma encontrada pela prefeitura de Tubarão para acalmar os funcionários públicos que não aceitavam atuar em dois turnos sem tirar do cidadão a possibilidade de ser atendido pela manhã ou pela tarde.

►Acontece que a prefeitura voltou a atender apenas pela tarde e a Central do Cidadão só deve ser implementada na metade do próximo mês. Ou seja: o cidadão que precisar de algum serviço da prefeitura precisa adequar-se ao horário da tarde.

►E o mais interessante: quando finalmente entrar em funcionamento, a Central do Cidadão também só vai trabalhar das 13h às 19h, como mostra a matéria ao lado, de Amanda Menger. Quem precisa da prefeitura e não tem a tarde disponível para isso, portanto, pode ir dando o seu jeito. Porque atendimento pela manhã não vai estar disponível tão cedo.


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Pensamento estratégico

Polarizar ou não uma eleição tornou-se o conceito estratégico inicial de uma eleição. Conhecer o quadro em que vai se disputar é o primeiro passo para ganhar um pleito, e é preciso compreender a quem interessa cada cenário. Um governante bem avaliado, por exemplo, tende a tentar limitar as candidaturas com ligação à sua base para tentar conquistar a maioria ainda no primeiro turno. Em cidades onde não há segundo turno, a melhor saída pode ser incentivar nomes alternativos que possam “roubar” votos de adversários diretos. Esse tipo de pensamento vai entrar em campo em todas as cidades, especialmente as que não são tão pequenas a ponto de suportar apenas dois candidatos e não são tão grandes para poder ter segundo turno _ é o caso de Tubarão. A tríplice aliança é o sonho do governo, mas a candidatura de Edinho Bez (PMDB) como uma terceira via poderia ser uma forma de tentar dividir os votos do principal oposicionista até agora, o petista Olavio Falchetti, tirando-lhe um pouco da força que o cenário hoje lhe confere. A divisão da tríplice aliança, portanto, pode ser uma forma de tentar impedir o crescimento do adversário, sob a regência do governador Raimundo Colombo. Se houver a análise de que um bloco com PSD e PSDB e outro com PMDB e PP são a melhor alternativa para que o PT não vença a disputa, essa é uma saída que pode interessar o governador.


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